Eu amei
Tão banal e usual
Amou mesmo
Qual sensação traz o amor
Satisfação sem igual?
Como é o amor?
Enjaula-nos como erva daninha
Tira-nos a razão
A autoestima, qualquer respeito
Viramos escravos nocivos
Sem arrependimento
Ah morrer no êxtase do ato
Torna-se o grande desejo.
Viver sem ele
Após desfrutá-lo
É perder o juízo
Acordar no limbo
Sobrevivendo da lembrança
Tendo a morte como esperança.
Tânia Kvalknt

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