terça-feira, 14 de janeiro de 2014

ESTÁTUA

Que estranho frio
Percorre esse corpo
No qual padeço
A falta do teu amor!



Sou tal qual estátua
Marmórea e angelical 
Condenada perpétua
A pureza irreal
Cujo rosto esconde uma dor
E o corpo um frêmito ardor.

   Tânia Kvalknt

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